Dízimo

 
O que é? 
 
É um instrumento de evangelização cujo objetivo é despertar nos paroquianos a experiência da partilha, na devolução a Deus do dízimo. 
 
 
O que faz? 
 Dizimo
Promove a conscientização dos fiéis para importância do dízimo e organiza o serviço de cadastramento e recebimento da devolução do dízimo. Participa da gestão dos recursos através do Conselho econômico paroquial. As tarefas da pastoral são subdivididas em três equipes de trabalho: Evangelização, Cadastramento e Recebimento das devoluções do dízimo.
 
 
Como participar? 
 
Contatos: Manoel e Genura
Tel.:
e-mail:
 
 
TESTEMUNHO DE UM FIEL DIZIMISTA 
 
 Francisco Lessa Ribeiro
 Amigo da nossa Paróquia de Sant’Ana
 
No final de 1990, assisti, num programa da TV Bandeirantes, chamado “Anunciamos Jesus”, a um homem chamado Káter, que falava sobre o dízimo.  Citou várias passagens bíblicas, inclusive a de Malaquias, e trouxe pessoas que deram testemunho sobre suas experiências com o dízimo.
 
Um fotógrafo contou que costumava pagar o dízimo regularmente.  
Veio-lhe, entretanto, uma fase de falta de serviço prolongada.  De repente, apareceu um pequeno trabalho.  Sua esposa lhe disse: “Só quero ver se você vai fazer a asneira de pagar o dízimo sobre esta porcaria.”  Ele pagou.  No dia seguinte recebeu uma proposta de serviço muitas vezes maior.
 
Um outro achava que dízimo era coisa inventada pelos padres para pegar dinheiro dos otários.  Mas, lendo a bíblia, encontrou fundamentação para tal pagamento.  Disse, então, à esposa que ia começar a pagar 10% de sua receita à Igreja.  A mulher disse-lhe que era um absurdo, até porque eles tinham uma filha cronicamente doente e gastavam muito com médicos, tratamentos e medicamentos.  
Recomendou ao marido que pagasse, no máximo, 3%.  Passado algum tempo, o homem teve a oportunidade de ver uma mulher, muito mais pobre do que ele, oferecendo como dízimo uma quantia, em valor absoluto, maior do que a que ele oferecia.  Ficou envergonhado e passou a pagar os 10%.  Logo depois, sua filha ficou curada.
 
E houve muitos outros testemunhos de que não me lembro para relatar.
 
Então, Káter propôs que os telespectadores fizessem uma experiência de 3 meses, pagando, como dízimo, 10% de sua receita líquida.  Não seria necessário entregar toda a importância à paróquia.  
Cada um poderia distribuir seu dízimo por pessoas ou instituições que lhe parecessem necessitadas.  Mas que tais pessoas não sejam parentas dos dizimistas.  Podemos e devemos ajudar parentes em dificuldade, mas tal ajuda não é dízimo.  Se, ao cabo de 3 meses, não tivessem sentido uma melhora compensadora em suas finanças, deveriam suspender o pagamento do dízimo.
 
Resolvi, então, fazer a experiência proposta.  Quando comuniquei minha decisão a meu filho Júnior, que trabalhava comigo e estava a par de meus apertos financeiros, ele me disse que eu estava louco.  Pois, se os 100% de sua receita não estão sendo suficientes, argumentou, ele, como é que 90% satisfarão?
 
Fechei os olhos e paguei os 10%.  
 
Resultado:
 
  • Fui chamado para ensinar Legislação Tributária na UNIFACS, apesar de o Prof. Barros, hoje Reitor da Universidade, me ter dito que um advogado recém-formado não teria a aprovação do MEC para ensinar.  Isso representou um aumento de 12% na minha receita.
  • Fui  informado que passaria a receber um anuênio de 5% da Secretaria da Fazenda.
  • Deram-me a dica de transferir  minha conta corrente para a agência Simões Filho do Baneb, com o que, considerado funcionário do interior, passei a receber meu vencimento no primeiro lote, ao invés de receber no oitavo.  Como a inflação era, na época, de 30% ao mês, eu vinha recebendo o vencimento com uma desvalorização de 10%.
 
Tive, portanto, um aumento total de 27% na  minha receita, contra os 10% que tinha pago, como dízimo.  Nunca mais deixei de pagar o dízimo, contribuindo para minha satisfação, para a satisfação dos beneficiários e para a satisfação do Senhor.  Ele é o Senhor do trabalho, do dinheiro, da saúde, da vida e da morte... 
Faça você também a experiência do dízimo.  Mas não se esqueça de dar seu testemunho.  Deus não se deixa vencer em generosidade.
 
 
OS DEZ MANDAMENTOS DO DIZIMISTA 
 
I. Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo. (2Co 9,7);
II. Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. (Sl 23; 1Cor 4,7);
III. Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo. (Lc.17,11-19);
IV. Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia. (Ml 3,10; Lc 21,1-4);
V. Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai. (Mt 6,25-31);
VI. Sou dizimista porque o ato de partilhar irá matando o meu egoísmo. (Lc 12,16-21);
VII. Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. (Mt 18,20);
VIII. Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidades. (Mt 25,40);
IX. Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria. (Jo 14,1-5; Mt 25,34);
X. Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha Igreja testemunhar o Evangelho de Jesus no mundo inteiro. (Mt 28,19-20; Mc 16,15).
 
 
Fonte: O Recado Editora
 
 
 
 
 

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