Juventude

Caríssimo (a) jovem,

Esta página é especialmente para você! Ela pretende ajudá-lo na grande e emocionante aventura de ser um (a) jovem fiel a Jesus Cristo frente às ilusões e desafios que o mundo oferece, ser protagonista de sua história e construtor de uma sociedade marcada pelos valores cristãos.

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Papa aos jovens: "devemos ter presente o senso do definitivo"


Cidade do Vaticano - (RV) - O Papa Francisco encontrou-se com jovens da Diocese de Roma, que participam de um curso voltado à busca vocacional, neste sábado, 28 de julho. O encontro, realizado na Gruta de Lourdes junto aos Jardins Vaticanos, fez parte da vigília da Solenidade de São Pedro e São Paulo e começou a ser realizado ainda durante o pontificado de Bento XVI. Depois da saudação do Cardeal Agostino Vallini, Vigário da Diocese de Roma, o Pontífice deu as boas-vindas aos jovens.
“Agradeço-vos por esta visita, esta visita à Nossa Senhora que é tão importante na nossa vida. E Ela nos acompanha também na escolha definitiva, na escolha vocacional, porque Ela acompanhou seu filho no seu caminho vocacional que foi tão duro, tão doloroso. Ela nos acompanha sempre”, disse o Papa Francisco.
E prosseguiu afirmando que “quando um cristão me diz, não que não ama a Nossa Senhora, que não procura Nossa Senhora ou não reza a Ela, eu me sinto triste. Recordo que uma vez, faz quase 40 anos, eu estava na Bélgica em um congresso, e havia um casal de catequistas, professores universitários, com filhos, uma bela família e falava de Jesus Cristo tão bem. E num certo momento eu disse: e a devoção à Nossa Senhora? Mas nós superamos esta etapa. Nós conhecemos tanto Jesus Cristo que não temos necessidade de Nossa Senhora. E aquilo que me veio à mente e ao coração foi: pobres órfãos! É assim, não? Porque um cristão sem Nossa Senhora é órfão. Também um cristão sem a Igreja é um órfão. Um cristão precisa destas duas mulheres, duas mulheres mães, duas mulheres virgens: a Igreja e Nossa Senhora. E para fazer o teste de uma vocação cristã justa, precisam perguntar-se: como vai minha relação com estas duas mães que eu tenho?, com a Mãe Igreja e com a Mãe Maria? Este não é um pensamento de piedade, não, é teologia pura. Isto é teologia. Como vai minha relação com a Igreja, com minha Mãe Igreja, que é minha Mãe?”
E o papa Francisco também disse que "isto faz bem: não deixá-la nunca e não andaremos sozinhos. Desejo-vos um bom caminho de discernimento. Para cada um de nós o Senhor tem a sua vocação, aquele lugar onde Ele quer que nós vivamos nossa vida. Mas precisamos procurá-lo, encontrá-lo e depois continuarmos, andar em frente."
O Pontífice acrescentou aos jovens sobre o "senso do definitivo". Isto para nós, disse o papa, "é importante, porque estamos vivendo uma cultura do provisório: isto sim, mas por um tempo e para um outro tempo…Te casas? Sim, sim, mas até que dure o amor, depois cada um para sua casa uma outra vez…Um rapaz, me dizia um bispo, um jovem, um profissional jovem lhe disse: eu gostaria de ser padre, mas somente por 10 anos. É assim, é o provisório. Temos medo do definitivo. E para escolher uma vocação, uma vocação qualquer, também aquelas vocações de estado, o matrimônio, a vida consagrada, o sacerdócio, devemos escolher com uma perspectiva do definitivo. Isto se opõe à cultura do provisório. É uma parte da cultura que nós temos de viver neste tempo, mas devemos vivê-la e vencê-la."
E concluiu Francisco dizendo que "também neste aspecto do definitivo, creio que um dos que têm mais garantida sua estada definitiva é o Papa! Porque o Papa…onde terminará o papa? Ali, naquele túmulo, não?" (EF)

 


JOVEM LEVANTA-TE!!!

Os dados de 267 cidades brasileiras colhidos pelo Ministério da Saúde anunciam a morte de 33.504 jovens na idade de 12 a 19 anos, para o período de 2006 a 2012.

Ao mesmo tempo que recebia esta informação, veio-me à mente a imagem do funeral de um jovem da cidade de Naim, narrado no evangelho segundo Lucas (Lc 7,11-17). A mãe que já tinha perdido o esposo, agora acompanhava em prantos o féretro do filho. A cena é comovente, e Jesus “encheu-se de compaixão por ela”, e a consolou: “Não chores!” Faz parar o cortejo e ordena ao jovem: “Jovem, eu te digo, levanta-te”. Aquele jovem que estava morto sentou-se e começou a falar. Jesus então o entregou à sua mãe.

Muitos jovens da estatística do Ministério da Saúde já perderam a vida nos anos de 2006 a 2009. O que podemos fazer para devolver aos seus pais os jovens condenados à morte nos próximos anos? O gesto de Jesus certamente nos leva a ir ao encontro da dor humana com toda a compaixão.

Para parar este cortejo de morte, a Campanha da Fraternidade deste ano nos impulsionou a várias iniciativas de combate à violência e construção da paz. Agora podemos dar novos passos, promovendo neste mês de outubro o Dia Nacional da Juventude (DNJ – 25 de outubro), a semana do desarmamento e a semana mundial da paz (de 24 a 31 de outubro) e a Campanha Missionária. A mensagem do papa para o Dia Mundial das Missões (18 de outubro) acende a luz de nossa ação: “Pedimos somente para nos colocarmos a serviço da humanidade, sobretudo da mais sofredora e marginalizada, porque acreditamos que o compromisso de anunciar o Evangelho aos homens de nosso tempo é, sem dúvida alguma, um serviço prestado não só à comunidade cristã, mas também a toda a humanidade”.

Estes são eventos de mobilização, pois evidentemente não se muda a realidade com simples eventos. Eles apontam para as causas da violência, entre as quais estão a desestruturação da família, o desemprego juvenil, a exclusão social, a evasão escolar, a falta de formação profissional, o envolvimento com drogas e com a criminalidade. A essas causas mais estruturais se associam outras de tipo cultural, espiritual e de ausência de sentido e de projeto de vida, o que explica a prática da violência também por parte de jovens da classe média e alta.

Além de apontar para as causas, estes eventos querem apontar sobretudo para as soluções. E se os próprios jovens são sujeitos e vítimas da violência, são também protagonistas na “luta pela vida, contra o extermínio da juventude”. Dom Luciano Mendes de Almeida dizia: “enquanto não mudarmos nosso olhar para o jovem, vendo-o como problema, não vamos conseguir avançar e perceber que ele não é o problema, mas a solução”. O envolvimento dos jovens neste processo, e a educação de forma geral, são chaves fundamentais na mudança da situação.

A narrativa de Lucas evoca também a memória do profeta Elias que cura o filho da viúva de Sarepta (1 Rs 17,17-43) como um sinal dos tempos messiânicos. Era uma antecipação do gesto de Jesus Cristo devolvendo a vida àquele jovem conhecido apenas como o filho da viúva de Naim. Cristo espera também nosso gesto profético continuando sua missão, para dizermos aos pais de nossos jovens de hoje o mesmo que Elias à viúva de Sarepta: “Aqui está o teu filho vivo”.

Dom Tarcísio Scaramussa - Bispo Auxiliar de São Paulo e Vigário Episcopal
 
Postado: Setor juventude CNBB

Formação juventude

JOVEM NOTA 10

Todos gostam e querem tirar a nota dez. Isso significa o máximo, o melhor. Contudo lhes proponho algo muito melhor, mais gratificante. Tirar alguns 10 de suas vidas e tornarem-se jovens diferentes dessa juventude que está aí, que de jovens só têm a idade ,e não a beleza, a alegria, o sonho , o idealismo , a garra e outras características da juventude cristã.

Se vocês querem ser jovens que brilham, confiáveis, respeitados, agradáveis, queridos, reconhecidos, orgulho de seus parentes e amigos comecem tirando esses 10 de suas vidas.

- A DESgraça

- A  DESordem

- O  DESamor

- O  DESpeito

- O  DESgosto

- A  DESocupação

- A  DESobediência

- A  DESforra

- O  DESpreparo

- O  DESrespeito

- O  DESregramento

- O  DESpudor

- O  DEScrédito

- A  DESonra

Por favor, experimentem acrescentar mais a esta lista. Tirando esses 10 de suas vidas há um perigo: vocês se tornarão irresistíveis.

                                                                                                                                          Irmão João

Missionário e Paroquiano de Sant’Ana

 


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